Abóboras ao Vento

All You Need Is Love


All You Need Is Love
Upload feito originalmente por À Ciel Ouvert

There's nothing you can do that can't be done.
Nothing you can sing that can't be sung.
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It's easy.
There's nothing you can make that can't be made.
No one you can save that can't be saved.
Nothing you can do but you can learn how to be you
in time - It's easy

Valha-me, Nossa Senhora do Block!



No início do ano, escrevi aqui no Abóboras que a relação do brasileiro com a rede social Orkut sempre me chamou a atenção. Afinal, diante de centenas de sites com a mesma proposta, é engraçado pensar como algumas pessoas sentem verdadeira afeição pelo Orkut, tornando-o parte de suas vidas. Isso é um caso muito sério, meus caros. Imaginem se o Google resolve dar um fim nesse site, será um apocalipse cibernético para muita gente!

Depois de mais de cinco anos desde seu lançamento, é possível perceber um padrão de comportamento bastante peculiar (e até hilário) de alguns usuários no site de relacionamentos. Porém, de algum tempo pra cá, alguns desses indivíduos, e principalmente "os fanáticos pelo Orkut", estão migrando para outras redes sociais.

Várias estudiosos (coff!) chamam esse fenômeno de “Orkutização”, já eu prefiro chamar de “Síndrome Orkutiana”. Os indivíduos que sofrem dessa síndrome gostam tanto de Orkut, que para eles o mundo seria perfeito se fosse à imagem e semelhança do site. Portanto, eles se comportam em outros ambientes virtuais, como se estivessem na casa da mãe Joana, oops, quer dizer, na casa do Seu Orkut Büyükkökten.

Há aproximadamente seis meses, o microblog Twitter foi invadido por um grande número de pessoas que sofrem da "Síndrome Orkutiana". Tal acontecimento ganhou força após o Fantástico ter levado ao ar um quadro sobre o mesmo, e, também após o apresentador Luciano Huck ter prometido sortear alguns "BlackBerry" entre seus seguidores. (Blackberry que os ganhadores disseram não ter visto nem a cor).

Portanto, caros leitores do Abóboras ao Vento, segue uma lista, para vocês saberem como identificar os usuários portadores dessa perigosa síndrome no Twitter.

O avatar – A primeira coisa que podemos perceber é que a foto do indivíduo é de gosto bastante duvidoso, na maioria das vezes tirada no banheiro, usando óculos escuros (por que alguém usa óculos escuros no banheiro mesmo?); maquiagem exagerada – no caso de mulheres  (blush não deveria ser usado para deixar as pessoas com cara de palhaças). E é claro, foto com pose, fazendo biquinho assim: <3.

Os Miguxxx –  “ToDo MuNdO é Miguxxxx!” Sim, são os miguxos unidos. Geralmente são pessoas que já se conhecem de comunidades do Orkut.  É uma troca de MSN pra lá e pra cá, e um tal de “me indica que eu te indico”, “se você me seguir eu te indico”, “dá um RT que serei sua escrava sexual por uma semana”, “faltam 950 seguidores para fulano chegar a 1000, falta pouco, vamos ajudar, gente”, “indico ‘FollowFriday’ todos os dias”, “perfil tal está sorteando um kit de costura, isso é imperdível” e assim por diante...

Os gatões – Infelizmente (mesmo!) há aqueles sujeitos daquele tipo de beleza estonteante (ui!), que acham sempre que estão abafando. Com aquele bom português, te mandam um reply assim: “eae gata, tu eh´h linda dimaais segue eu qui ti sigo, ta´h ligada nas parada 11!1?” O que se faz depois que se recebe uma mensagem assim? Chama a polícia?

Lunatismo – Indivíduos que parecem que estão nas dorgas, mano. Misteriosamente vêem um update seu (talvez seja alucinação) e te dão um reply sem noção. Neste caso, o que se deve fazer é ignorar. Eis o motivo: esses dias “retuítei” um post que falava de uma vaga de estágio em mídia online. Estava apenas repassando uma informação, e ali estava escrito que quem tivesse interesse deveria entrar em contato com fulano de tal. Um sujeito que parecia com aquele Zina, me mandou uma mensagem perguntando para que mídia essa vaga era. Depois que finalmente consegui decifrar o que ele tinha escrito, eu tive vontade de responder: “Mídia intergaláctica! Online seria o quê?!” Mas ao olhar o profile dele, ficava claro que ele não era da área, não tinha nada a ver... E os updates dele não faziam sentido nenhum. Aliás, não dava para entender muita coisa.  Ele provavelmente deve ter achado essa coisa de “mídia online” de outro mundo. Droga! Deveria ter mesmo respondido “mídia intergalática”.

Paranóia - Todos os dias os paranóicos fazem dezenas e até centenas de updates no Twitter sobre suas vidas. Contam o que fazem, como se sentem, quem amam, quem odeiam, o que comeram e que quebraram a unha. Também contam que estão sofrendo de amor ou que estão felizes porque o time passou para a 1ª Divisão... Narram cada detalhe de suas vidinhas entediantes e coisas bastante pessoais. Mas ao final do dia, apagam tudo o que foi escrito para que ninguém possa xeretar. “Imagine! Não gosto de me expor! Não gosto que fucem a minha vida. Não gosto da sensação de estar sendo 'seguido'". Humm, então tá, né?! Queridos, pode até ser divertido apagar scraps... Mas Twitter não é Orkut. Ponto.

Fanatismo – Pode-se observar também que tais indivíduos são bastante insistentes e perseverantes, embora muitas vezes sejam igualmente sem noção e ignorantes. Além disso, são sempre, sempre, sempre fiéis ao Orkut: “Se eu der RT 5898982 vezes em mensagem tal e tal, vou ganhar um convite para o Novo Orkut, tá ligado?!” Tá bom, viu. Tal comportamento, pensamento e técnica me lembra muito os corinthianos, que ainda acham que seu time um dia irá ganhar a Libertadores.

Ai, ai, ai.  Valha-me, Nossa Senhora do Block!

P.s: Esse texto surgiu depois de observar um determinado padrão de perfis de usuários no Twitter. É uma brincadeira, afinal de contas, eu também uso o Orkut. (Mas meu avatar não é de foto no banheiro).:P
P.s²: A Síndrome Orkutiana é uma doença séria. A sua cura ainda não foi descoberta. Mas pode ser prevenida ao ensinar às pessoas desde cedo a ter educação também em espaços virtuais.





Só uma coisa a dizer: It's SO good to be back!



Sex on fire - Kings of Leon


The Lovecats

Eu devia ter mais ou menos 5 anos de idade e morava em uma casa com um belo jardim. Era uma menininha curiosa que gostava de ficar observando o mundo lá fora (onde certamente uma criança daquele tamanho não poderia ficar perambulando sozinha – por mais que quisesse). Ocorreu-me agora a lembrança de certa vez que eu, com essa idade, informei a minha mãe que iria morar sozinha. Mas essa é outra estória, para outro dia... Vamos à estória de hoje!

Um dia estava na janela e o vi passando apressado no meio das plantas. Ele era pequenininho, laranja e parecia estar perdido e com fome. Enquanto eu, mal acreditava no que tinha acabado de ver. Ansiosa, desci as escadas correndo e fui ao encontro dele.

Definitivamente, ele estava perdido e parecia estar em apuros. Chamei por diversos nomes (que uma menina de 5 anos poderia saber), mas ele não atendeu a nenhum. Vai ver era porque ele não tinha nome. Ou porque não falava a língua dos humanos. Ademais, eu sabia que tinha que pegá-lo antes que ele fugisse e então fui ágil. Dei a volta por trás e o peguei no colo de uma vez.

No momento que o abracei, eu o quis para mim. Eu faria tudo que estivesse ao meu alcance para que ele fosse meu. Então, comecei a tomar todas as providências para isso. Primeiro, ele precisava comer. Peguei um pirex do meu kit de panelinhas de brinquedo e pedi um pouco de leite para Eva, a moça que até então trabalhava lá em casa. Segundo, ele precisava de uma cama. Peguei o berço rosa enorme que havia vindo com a minha boneca Mommy (tinha até mosqueteiro). Terceiro, ele precisava ficar em um lugar na casa em que o pincher não tivesse acesso... E esse lugar era a garagem. Quarto, ele precisava de amiguinhos e era muito pequenininho para ficar sozinho. Escolhi dois ursinhos de pelúcia para que fizessem companhia a ele.

Todos os dias, eu acordava cedo, entusiasmada e logo corria para garagem. Passava as tardes todas lá e quando anoitecia, precisavam me mandar ir para dentro. Ele já não estava medroso como antes, brincava comigo e gostava muito de leitinho. Porém, um dia acordei e não o encontrei. Meu coração se partiu em mil pedacinhos. E eu chorei por causa do gatinho laranja.

Daí então, nunca mais quis saber de gatos. Anos e mais anos se passaram. Eu já não era uma criança e ele apareceu para mim. Ali, em um lugar novo, onde estava meio perdida, e onde ele, às vezes, também parecia meio perdido. Ele era a pessoa (ou gato?) mais engraçada que conheci. E quando ele sorriu, eu soube, e o quis para mim. Porque quando ele me beija, quando ele me beija, nem o infinito cabe ali para definir. Quando ele me abraça, quando ele abraça... Não tenho nem palavras para transcrever aqui! A cada dia que passa, eu vicio mais. Fico feliz só de pensar na lembrança dele e corro entusiasmada, só para vê-lo. Ele sabe que farei o que estiver ao meu alcance para fazê-lo feliz. Ah, como o outro gatinho, ele também é laranja. Mas para minha sorte, esse gato nunca foi embora, nem partiu meu coração em pedacinhos.

Feliz dia dos namorados. <3

Sim, meio atrasado, mas ainda está valendo. Continuo na correria. Sem tempo para nada mesmo, queridos. Esse post tem a ver com aqueles com contos que eu escrevi inspirada em um sonho que eu tive que eu e o meu namorado poderíamos virar gatos. Se não leram, cliquem aqui, aqui e aqui.

Mas enfim, o texto de hoje tem dois objetivos: não deixar que o Dia dos Namorados passasse em branco e também para apresentar o novo mascote do Abóboras ao Vento, que eu ganhei do meu amigo Márcio do Charges do Diemer! (recomendo muito o blog do cara, além de desenhar muito bem, ele tem sacadas geniais). Na verdade, ele fez dois desenhos e amei muito os dois. É o desenho da menininha caçando a abóbora voadora e o mascote vocês podem conferir aí embaixo.

Além disso, o Márcio vai premiar com caricaturas ou mascotes, duas pessoas que trazerem mais seguidores para o blog dele. Vai até o dia dia 26/06. Corram para participar. Cliquem aqui e saibam mais. Ah, a propósito, obrigada, Márcio! Postei! Eu tardo, mas não falho. ;-)

Ah! Qual o nome vocês dariam ao gatinho? Sugestões, pls! No próximo post eu faço uma enquete com os nomes que vocês sugerirem.


No mais, so long, galera. Beijos!



Stuck on Repeat - Little Boots

Sorry I'm Late



É impressionante quando estamos atrasados e acontecem mil e uma coisas que nos atrapalham ainda mais a chegar ao nosso destino. É mais ou menos isso o enredo deste incrível curta em stop-motion, que foi filmado inteiro no chão de um ginásio. A direção é do inglês Tomas Mankovsky.




Aqui vocês podem dar uma espiada no making of.


E aguardem que em breve o Abóboras terá novidades.
Estou ocupadíssima por esses dias, aliás,
bem que o dia poderia ter 48 horas...
Queria ter mais tempo para visitar os blogamigos!

Docinhos de Abóboras para vocês!
Beijos da Ruiva! ;*





Ashes to ashes - David Bowie

Querido U


Achei müito criativö e pertinente. Esta é a versão animada do conto de Reginaldo Pujol Filho, que foi publicado no Jornal da Capital e na revista Arte & Letra. O vídeo foi produzido pelo Estúdio Makako de Porto Alegre. Espero que gostem.




O que acharam do vídeo? Ai, essa reforma ortográfica. Pra que complicar tudo?

Eu sei que estou em falta com o Abóboras ao Vento e com os blogamigos. Prometo visitar todos vocês aos poucos. Em breve teremos novidades por aqui. Aguardem... E saudades! Beijos, queridos!



Curdoroy - Pearl Jam

As 10 piores mães do cinema

Elas nos carregaram por nove meses, cuidaram, amaram e sempre tiveram paciência de sobra conosco. Domingo é o dia delas. Então, vou aproveitar a deixa e postar aqui no Abóboras ao Vento, uma lista de filmes, não com as melhores, mas sim com as 10 piores mamães da sétima arte.


10 - Kate Baker de "12 é demais" (Bonnie Hunt)



Parece que ela nunca ouviu falar de anticoncepcional. Mas o que realmente acontece é que Kate queria povoar o mundo - ela mesma. Porém, é impossível dar a atenção necessária a todos os doze filhos, o que aumenta as chances de pelo menos cinco deles se tornarem adultos problemáticos. Sem dúvida, Jolie, Madonna e a mãe dos óctuplos devem ter se inspirado no filme e no útero descontrolado de Kate.

Mas a gente dá um desconto... Já que o filho (homem) mais velho dela é nada mais nada menos que Clark Kent, o "Último Filho de Krypton".


9 - Jennifer Grogan de "Marley e eu" (Jennifer Aniston)


Jennifer usa um cachorro para substituir um filho. Mas quando ela tem os seus bebês e uma crise de estresse, ela trata Marley com desdém: "tire esse vira-lata de perto de mim". Seria depressão pós-parto?

Mas a gente dá um desconto... Porque ela deixa Marley ficar. E ela sempre será a Rachel.


8 - Viola Fields de "A sogra" (Jane Fonda)


Viola é extremamente ciumenta, possessiva, neurótica e diabólica. Qualquer mãe que tenha essa relação obsessiva com o filho é no mínimo, um caso curioso para ser estudado e explicado por teorias Freudianas... Além de excelentes pautas de programas sensacionalistas como Márcia e Casos de Família.

Mas a gente dá um desconto... Já que ela havia deixado o seu emprego de âncora, estava carente e triste (eu acho) e deve ter sido difícil para o seu ego ter a Jennifer Lopes como nora.


7 - Fada Madrinha de "Shrek 2" (Jennifer Saunders)



Esta Fada não tem nada de boazinha e não tornará os seus sonhos em realidade. Pelo contrário: oportunista, gananciosa e chantagista, usa o filho em seus planos para obter riqueza e status. Além disso, educou seu filho de forma que ele valorize apenas a beleza exterior, tornando-o fútil e superficial.

Mas a gente dá um desconto... Porque ela faz isso pensando no futuro de seu filho Encantado. Bem, mais uma vez, é o que eu acho.


6 - Linda Gardner de "À procura da felicidade" (Thandie Newton)




Sim, nós sabemos que problemas financeiros são horríveis. Mas Linda não precisava ter ido embora e largado seu marido e seu filho pequeno. Pobre Will Smith. Só e com tantos problemas. Mas ele e o pequeno Cristopher seguiram adiante e conseguiram se reerguer. O que mais Will Smith precisa fazer para provar que é um bom homem?


Mas a gente dá um desconto... Já que se ela não tivesse ido embora, o filme não teria graça nenhuma.


5 - Rachel Flax de "Minha mãe é uma sereia" (Cher)



Estilo totalmente inapropriado, vulgar (e brega) para uma mãe, tendências nômades e emocionamente instável, Rachel com seu modo de ser acabava por confundir a cabeça de sua filha mais velha. O fazia tanto que a garota apesar de judia, queria se tornar freira.

Mas a gente dá um desconto... Porque ela é a Cher e a música "Shoop Shoop Song" do filme é bem legal.


4 - Katie Bueller de "Curtindo a vida adoidado" (Cindy Pickett)



As suas hablididades como mãe são questionáveis. Ela claramente prefere seu filho Ferris a sua filha Jeanne. Além disso, Katie não vê as palhaçadas e aprontações do filho nem que se estivessem na sua cara. Tem mãe que é cega.


Mas a gente dá um desconto... Porque até eu prefiro o Ferris.


3 - Kate McCallister de "Esqueceram de mim 1 e 2" (Catherine O'Hara)




Tudo bem esquecer a escova de dente, o remédio, o vovô e até trancar a porta da frente e desligar o gás. O que é imperdoável é esquecer um filho (mesmo ele sendo um Culkin), não apenas uma, mas duas vezes! Kate premeditou tudo pois queria passar as férias longe de seu filho Kevin.

Mas a gente dá um desconto... Porque ela fez de tudo para voltar e encontrar o garoto.


2 - Sra. Lift ou 'Momma' de "Jogue a mamãe do trem" (Anne Ramsey)


Não tem nada mais chato do que uma pessoa falando o dia inteiro na sua cabeça e dizendo que você não presta. Pior ainda quando é sua mãe.
A Sra. Lift é uma verdadeira megera. Grita, xinga e abusa da boa vontade de seu filho Owen, tratando-o como um escravo.

Mas a gente dá um desconto... Porque ela torna o filme cômico e faz dele um clássico.



1 - Margaret White de "Carrie, a estranha" (Piper Laurie)



Carrie incediou o ginásio e matou centenas de pessoas. E daí? Com uma mãe como a dela, tudo isso se torna compreensível. Margaret era uma fanática religiosa, que se entregou aos prazeres da carne e então teve Carrie. Sentindo-se culpada, a moça doida punia sua filha constantemente, mandando-a rezar no armário. Margaret também vivia em um mundo alheio da realidade, pois dizia que a menstruação de Carrie era porque a menina pecava.

Mas a gente dá um desconto... Bom, nesse caso não tem desconto. Ela não assumiu seus erros, era alienada e só piorou as coisas e no final ainda morreu meio como santa.


E vocês, lembram de alguma mãe malévola de algum filme?
No mais, feliz dia das mães para todas as mamães.
Beijinhos e doce de abóboras! :-)





Don't look back in anger - Oasis



Felicidade em caixas [More]


"More" é um curta dirigido por Mark Osborne e foi indicado ao Oscar na categoria de melhor curta de animação em 1999. O vídeo não levou a estatueta, mas foi exibido em mais de 150 festivais pelo mundo afora. Também foi a primeira animação em IMAX (uma tecnologia de imagem máxima; com o formato de maior tamanho e capacidade de resolução mais clara do que o padrão) a concorrer o Oscar.

O curta conta a história de um inventor solitário, cuja existência é alegrada apenas pelas lembranças felizes e sem preocupação de sua juventude. Durante o dia, ele está preso a um emprego desumano em um mundo triste e sem esperanças. Mas à noite, ele trabalha em sua invenção visionária, desesperado para transformar sua inspiração em algo grandioso.

Quando terminada a invenção, ela muda a forma que as pessoas vêem o mundo. Mas... Bom, vou deixar vocês assistirem. Alguns dizem que este é um dos melhores curtas de todos os tempos. Eu não diria tanto, mas ele está no mesmo nível do "La Maison en Petits Cubes". Assistam e me contem o que acharam.




Para mais informações sobre o curta e sobre o diretor Mark Osborne, cliquem aqui.

Muito obrigada pelos votos de melhora, meus queridos. Não é brônquite, é rinite e sinusite. Esses "ites" da vida são muito chatos. Atrapalham um tanto. Docinhos de abóboras para vocês que passam aqui no Abóboras ao Vento. :)



Spoilin' for a fight - AC/DC

Ken Prouk




Vocês já ouviram falar de um tal de Ken Prouk? Nem eu. Até um certo dia...

Depois de se aventurar no Google, e como se isso não fosse demais para mim, minha afilhada me chamou e disse:

- Coloca no ‘YouTube’ e procura “Ken Prouk”. Quero assistir.

- Ken o quê? – perguntei.

- “Ken Prrrr-ooouk” – ela disse, quase dando um nó na língua.

- Ken Prouk? De que canal é isso? – perguntei rindo.

- Disney Channel.

- E como escreve?

- Ué, não sei.

- Ana, eu não lembro desse tal de Ken Prouk no Disney Channel.

- Mas é de lá.

Digitei no YouTube e não apareceu nada.

- Já sei. Vou perguntar para as meninas.

Fui na sala e perguntei para as minhas sobrinhas quem era esse tal de “Ken Prouk” que eu nunca tinha ouvido falar.

- Kenprróóqui! – responderam ao mesmo tempo – Ué, você não assiste Disney Channel?

- Não tanto quanto antes, pelo jeito.

Perguntar não adiantou muito. Vai ver estou surda, ou tenho que melhorar o meu Inglês, ou o pior: estou definitivamente velha. Eu não sei quem diabos é esse tal de “Ken Prouk”.

Já estava procurando a faca de manteiga para cortar os pulsos, quando não mais que de repente, veio-me um instalo. Assim como da escuridão se fez a luz, do embromation se fez claro e em bom tom. Coloquei a mão na testa, dei um suspiro e disse:

- Ah. “Camp Rock”.*




*Camp Rock é um filme do Disney Channel.

Pessoas, que visitam o Abóboras ao Vento, estou dodói e não sei quando sairá o próximo post. Estou respirando igual ao Darth Vader. Uma coisa assustadora. Haha. Beijos da ruiva e até!




Lição de Baião - Adriana Partimpim

Google para crianças


Alinhar ao centro

Esse mundo das tecnologias de informações é muito louco. Eu achava que nós éramos a geração Web. Eu achava que nós éramos o futuro. Eu achava que nós éramos os usuários Web 2.0. Porém, o meu achismo caiu por terra e agora eu vejo que estava completamente enganada.

Minha afilhada de apenas 6 anos de idade, sentou-se no meu computador e diante dos meus olhos, digitou no Google: “jogos”. O incrível é que ela ainda não aprendeu a ler direito. Algum tempo atrás, ela só brincava em sites que colocávamos para ela, e além disso, o máximo que fazia, era minimizar as janelinhas intrusas do MSN. E sabem qual é o meu maior orgulho? Ela sabe usar o Google melhor que muita gente grande que sabe ler.

[To be continued]



Saiba - Adriana Partimpim

Auroras boreais: pinturas celestiais



Acho que a grande maioria das pessoas têm em mente algumas coisas que precisam fazer antes de morrer. Na minha lista, entre aprender a tocar "Smoke on the water" , ir à Grécia e estar em dois lugares ao mesmo tempo, está lá: ver uma aurora boreal.

Vocês devem ter percebido a minha fascinação pelo céu no meu post anterior. Desde criança, adorava tudo que era relacionado a nuvens, eclipse, planetas, estrelas e universo. Certa vez, vi uma fotografia de uma aurora boreal em um livro de ciências do meu irmão e achei aquilo fantástico. Daí coloquei na cabeça que não poderia deixar este mundo, sem presenciar uma de perto.

As auroras boreais, também conhecidas como "luzes do norte" acontecem nos céus de regiões próximas a zonas polares, em lugares como Alaska, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Pólo Norte, Suécia etc. Também acontecem no hemisfério sul e por lá são chamadas de auroras austrais. O fenômeno ocorre por causa dos impactos de partículas de vento solar no campo magnético terrestre.



Segundo o site Wikipedia, o nome aurora boreal foi dado por Galileu Galilei, em referência à deusa romana do amanhecer Aurora e ao seu filho Bóreas, representante dos ventos do norte. A humanidade sempre foi fascinada por este fenômeno e sempre criou mitos, poesias, contos etc acerca das abóboras, ops, digo auroras. Há quem diga que são mágicas. Outros dizem que são afrodisíacas. Já eu as vejo como pinturas celestiais. E quero presenciar uma logo.

As auroras borealis geralmente ocorrem nos meses de março a abril e de setembro a outubro. No Alaska, existe até um serviço telefônico que informa a data e hora de quando ocorrerá. Nestes sites, vocês podem ver uma aurora boreal ao vivo (se alguma estiver ocorrendo no momento): The Aurora Live e Abisko Turistation. Abaixo, segue um vídeo desse espetáculo de luzes brilhantes no céu do Canadá.



"As Valquírias são virgens da guerra, montadas em cavalos
e armadas com elmos e lanças [...]
Quando elas cavalgam adiante em sua mensagem,
suas armaduras derramam uma luz estranha que bruxuleia,
que acende por cima dos céus do norte,
fazendo o que os homens chamam
"aurora borealis", ou "Luzes do Norte".

(Mitologia nórdica, Thomas Bulfinch, 1855)






Mágico. É a palavra que define as auroras boreais.


Beijos para os visitantes do Abóboras ao Vento.
E você, meu Phaphota, não se esqueça da nossa viagem para o Alaska. :)


Separate ways - Journey


 
BlogBlogs.Com.Br